| Horóscopo na imprensa |
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| Edições - Claro! que eu previ | |
| Escrito por Juliana Penna | |
| Ter, 22 de Junho de 2010 20:29 | |
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“É difícil imaginar algo mais antijornalístico do que o horóscopo”. Assim disse Eugênio Bucci em seu artigo para o Observatório da Imprensa sobre a Astrologia nos jornais e revistas. De fato, ela só foi aparecer nos veículos jornalísticos por acaso, séculos depois
Tal eventualidade ocorreu na publicação inglesa “Sunday Express” em 1930, em que se revelou o horóscopo da Princesa Margareth, então recém-nascida. R. H. Naylor, então assistente de um dos maiores astrólogos da Inglaterra na época (que estava naquele momento indisponível para redigir, ele mesmo, o artigo) escreveu “O que as estrelas pré-dizem sobre a nova princesa” (“What the stars foretell for the new princess”, 24 de Agosto, 1930/ pág. 11). Ele então, discorreu sobre as característicasque a pequena teria de acordo com a posição dos astros no período em que ela havia nascido. Prevendo, inclusive, alguns eventos que ocorreriam mais tarde em sua vida. Foi o suficiente para que o jornal fosse inundado por correspondências de leitores cheios de fé e ávidos por saber o que mais as estrelas tinham para dizer. Em pouco mais de um A aprovação do público foi imediata. As tiragens da publicação tiveram um considerável aumento, e jornais rivais tentavam reproduzir Atualmente, os horóscopos são muito comuns em jornais e revistas. O preconceito e o descrédito persistem, assim como a “incoerência midiática dos astros”, como aponta Bucci, sobre o desacordo entre os horóscopos de jornais distintos. |
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